Banco Postal dispõe AKz 40 milhões para comércio informal

Banco Postal dispõe AKz 40 milhões para comércio informal

Quarenta milhões de kwanzas estão disponíveis no Banco Postal, para apoiar comerciantes informais a potenciar as suas actividades e a passar para o mercado formal.

A informação foi dada pelo director geral da Unidade de Negócios, Comércio e Empresários do Banco Postal, Virgílio Mendes, após assinatura de um acordo de financiamento com comerciantes informais.

O banco, segundo o gestor , tem um plano para financiar pessoas que se dedicam ao comércio informal em valores que vão de 100 a 700 mil kwanzas, com prazos de reembolso que vão de dois meses a um ano.

Porém, disse o director, de modo geral o banco pode conceder crédito em montantes que vão de 100 mil a 100 milhões de kwanzas a clientes dos segmentos de micro-crédito, micro-finanças e de nível médio.

Virgílio Mendes escusou-se em revelar o valor do acordo assinado com os clientes, mas disse ser um bom negócio.

Questionado sobre garantias apresentadas pelos aderentes, explicou que a única que o banco tem é a capacidade de reembolso do dinheiro através do negócio dos clientes.

Justificou ainda que “os riscos existem para serem geridos. Não existe negócio sem riscos, nem banco sem riscos. O que tem que acontecer é um conjunto de critérios equilibrados e reais que nos ajudam aavaliar o risco”.

Por sua vez, os beneficiários, que são pessoas que se dedicam ao comércio de bens alimentares e vestuários importados da Tunísia, China e Inglaterra, manifestaram-se satisfeitos.

“Com o acordo de crédito, poderemos aumentar o volume dos nossos negócio”, disse Cristina Ambriz, uma das beneficiárias, que se dedica há nove anos à importação e comércio de alimentos e roupas.

Estes clientes são os primeiros formalizalizados nessa modalidade de contrato.Neste momento existem mais de 10 clientes que aguardam financimaneto nessa condição de comercio informal,que serão formalizados nos próximos.

O Banco Postal completa dois anos em Setembro, desde que começou a operar no mercado angolano.

Fonte: Angop

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